Grimes, Kreayshawn e Azealia Banks (Fotos: Reprodução)
Você conhece as cantoras Grimes, Kreayshawn e Azealia Banks (atração do Planeta Terra Festival que acontece no mês de outubro, em São Paulo)? Curte o estilo delas?
As três fazem parte de um novo movimento muito legal e interessante chamado “Seapunk” e levam detalhes musicais e visuais para seus próprios looks.
O termo “Seapunk” apareceu no final do ano passado e deixou muita gente curiosa. Saído do universo da música eletrônica e do design, o Seapunk foi praticamente gerado pela internet: começou a ser definido e espalhado via Tumblr e depois tomou as outras redes sociais por completo.
A tendência, que influencia novos artistas da música, coleções de roupas e acessórios, comportamento e até mesmo novas palavras (inventadas pelos adeptos do estilo), é superatual e você vai amar!
Tudo começou com música, quando os amigos e produtores Albert Redwine e Shan Beaste montaram um selo de música, o “Coral Records Internazionable“, que aposta em eletrônica com elementos de house e tecno, música pop e R&B; um pouco de hip hop e trip hop também completam as referências.

Shan Beaste e Albert Redwine (Foto: Reprodução)
O Seapunk tem dois fundamentos estéticos: tudo relacionado ao mar e tudo relacionado ao conceito de punk.
Isso quer dizer que os adeptos da ideia curtem cores em tons de azul e verde-água e apostam na independência, na cabeça aberta e no faça-você-mesmo.
Aqueles que aderiram ao Seapunk renderam-se aos cabelos pintados de turquesa, emojis (emoticons japoneses), óculos espelhados, estampas coloridas, make escuro, tatuagens de animais marinhos e muito da cultura clubber (como acessórios de acrílico, enfeites de cabelo, gargantilhas de spike, vários piercings, etc).

Foto: Reprodução
Na Internet, o Seapunk virou fenômeno: a hashtag #seapunk ganhou o mundo e atraiu a curiosidade de muitos – principalmente da mídia, que correu para divulgar a nova tendência. O enorme sucesso que gerou no Tumblr (e depois no Twitter) faz o Seapunk um exemplo de como as redes ditam moda.
“Fazemos música e arte baseados no mundo digital”, conta Redwine, “e o Seapunk é uma mistura de várias ideias acumuladas”.

Fotos: Reprodução
O estilo tem um olho no futuro e é a favor do coletivo, abrindo espaço para diferentes ideias, opniões e gostos – e respeitando todos eles!
O Seapunk pode não ter alcance o suficiente para mudar a música pop, mas tem acrescentado elementos que ainda eram inéditos. O estilo carrega personalidade e ideais próprios e tem tudo para crescer, ainda mais já tendo nascido nas redes sociais!
Você curte o estilo? Teria coragem de apostar num look assim?! Conta pra Moleca Cheirosa!